Líderes cristãos ainda são ridicularizados pelos vizinhos


Embora o cenário seja um pouco melhor para a igreja, monges ainda invadem locais frequentados por cristãos e destroem tudo o vêm pela frente


pastor-sri-lankaSri Lanka não faz mais parte da Classificação da Perseguição Religiosa, mas ocupava a 29ª posição em 2014, e em 2015, a 43ª. Isso não quer dizer o fim da violência contra os cristãos no país, embora o cenário seja um pouco melhor para a igreja. Comunidades locais continuam a atacar templos e locais de culto.

Monges ainda invadem locais frequentados por cristãos e destroem tudo o vêm pela frente. Muitos líderes ainda são ridicularizados e ameaçados pelos próprios vizinhos, simplesmente por continuarem a realizar atividades religiosas. Por isso, os cristãos no Sri Lanka fazem um apelo à igreja livre de perseguição, pedindo para que orem por eles e intercedam para que permaneçam firmes em sua fé e que suportem a pressão vinda de outras religiões.

Eles confessam também que estão cansados e que precisam ser revestidos da força do Espírito Santo para seguirem em frente nessa batalha. Yamini é advogado no Sri Lanka e defenda vários cristãos que foram perseguidos por causa de sua fé. Lembre-se de orar por ele também, para que Deus lhe dê sabedoria e estratégia para lidar com todos os casos que estão em suas mãos.

FONTE: PORTAS ABERTAS

CULTO DE NATAL


DIA 25 DE MARÇO A COMUNIDADE NOVO TEMPO DE MARÍLIA REALIZA UM CULTO ESPECIAL DE NATAL . ONDE CELEBRAREMOS AO NOSSO SENHOR JESUS. O CULTO SERÁ TRANSMITIDO AO VIVO PELA TV BRASA WWW.TVBRASANOALTAR.COM 

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.
Isaías 9:6

culto-de-natal

Bancadas evangélica e católica se unem contra o aborto


A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de descriminalizar o aborto de crianças com até 12 semanas gerou diferentes protestos no Congresso Nacional. Em meio a muitos debates e discursos, a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar Mista Católica e a Frente Parlamentar em defesa da Vida e da Família fizeram uma manifestação pública no Salão Verde da Câmara.

Empunhando faixas, cartazes e bandeiras, gritavam palavras de ordem que manifestavam sua contrariedade com a decisão do STF – que na prática legaliza a interrupção da gravidez. Foi lida uma nota pelo deputado federal João Campos (PRB/GO), que classifica a situação como um “grave precedente” jurídico.

“Não há direito que se sobreponha ao direito à vida”, reitera o documento, que repudia “qualquer tentativa de liberação do aborto”. Os parlamentares lembram que as leis brasileiras em vigor protegem os direitos dos cidadãos “desde a concepção”.

Finaliza conclamando que todos os cristãos do Brasil façam intercessões pelo país e se unem em manifestações contrárias a liberação do aborto em solo brasileiro. O objetivo é unir as forças em prol de iniciativas que visem pôr fim a esta situação.

No plenário, diferentes parlamentares opinaram sobre o assunto, mostrando que o tom é de enfrentamento da postura do STF, que já havia feito violação semelhante quando, através do mesmo expediente, legalizou a união de homossexuais.

Entre os mais incisivos, o pastor Roberto de Lucena (PV/SP) e Diego Garcia (PHS/PR). Já Ezequiel Teixeira (PTN/RJ), fez um alerta: “Vai ser um genocídio de crianças”.

Pressionado pelas bancadas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), anunciou a criação de uma comissão especial para analisar a legislação que regulamenta o aborto no país.

Veja a nota na íntegra

p_20161201_184545

Fonte Gospel Prime

EI crucifica cristão: “Se você ama Jesus, vai morrer como Ele”


crucificado-2015Um cristão que fugiu de Qaraqosh quando a cidade foi tomada pelo Estado Islâmico (EI) compartilhou como os militantes violentamente crucificaram seu cunhado e forçaram sua esposa e filhos a assistir.

Esam, casado e pai de três filhos, é um dos muitos cristãos que pensam em voltar para casa depois que os jihadistas estejam totalmente eliminados do Iraque. Isso parece mais forte que nunca, após forças internacionais obterem vitórias importantes e já terem livrado muitas cidades do domínio terrorista.

Ele contou à ONG World Watch Monitor que monitora a perseguição religiosa, como a vida de sua família se tornou difícil após os extremistas terem anunciado o início do califado. Aqueles cristãos que não quiseram fugir receberam um ultimato: Abandonar a cidade, converter-se ao Islã, pagar o imposto de proteção (jiyza) ou ser morto.

Todos os que se recusaram a cumprir as exigências do EI tiveram um fim trágico. “O irmão da minha esposa foi crucificado pelo Daesh”, disse Esam, usando o nome árabe do Estado Islâmico. “Ele foi crucificado e torturado na frente de sua esposa e filhos, que foram obrigados a assistir. Disseram que se ele amava tanto Jesus, deveria morrer como Jesus”.

Esam disse que os soldados torturaram seu cunhado das 18h às 23h. Cortaram seu estômago e deixaram as entranhas sair. Depois, atiraram nele e o deixaram pendurado numa cruz, onde morreu.

O sobrevivente afirma que só conseguiram sair muito tempo depois e com a ajuda de uma organização cristã sueca foram para a Europa. Como milhares de outros cristãos iraquianos forçados a fugir de seu país, Esam está atualmente buscando refúgio na vizinha Jordânia.

Um casal de parentes de sua esposa foi sequestrado pelo grupo terrorista, revelou Esam. Até hoje, não se sabe o que aconteceu com o marido, mas ele ouviu dizer que a mulher “agora vive com um dos soldados do EI”, provavelmente como escrava sexual.

Essa é a condição de várias meninas de sua cidade natal. Lembrando que a imprensa só fala sobre as mulheres da minoria yazidi, ele ressalta que conhece muitas meninas cristãs que vivem “como escravas do Daesh”.

Desde 2014, a mídia foi saturada de relatos de militantes do Estado Islâmico torturando e matando cristãos e outras minorias em nome do Islã. Hoje há um silêncio de cumplicidade sobre o assunto. Alguns órgãos de imprensa alegam que não fariam mais “propaganda” do terrorismo. Isso não ajudou em nada a diminuir a intolerância religiosa, mas muitos acreditam que a guerra acabou.

Não é o caso. Há uma década, 35.000 cristãos viviam na cidade Mosul. Agora talvez 20 ou 30 permaneçam. À luz das atrocidades cometidas contra cristãos no Iraque e na Síria, Mark Arabo, líder da Fundação Humanitária de Minorias, está exortando os líderes mundiais para que se unam e garantam que ainda haverá lugar para os cristãos no Oriente Médio, depois do fim do EI.

“O cristianismo precisa voltar a florescer no local onde se originou”, afirmou ele ao The Gospel Herald. Lembrou que o governo dos Estados Unidos e o Parlamento Europeu reconheceram que há um genocídio cristão, mas isso não os fez tomar medidas concretas.

Seu desejo é que tudo mude com administração do presidente Donald Trump. “Precisamos fazer todo o possível para acabar com esse genocídio. Há passos específicos que podemos tomar, pedimos uma mente aberta e coração aberto para ouvirem a nossa demanda”, desabafa.

Fonte: Gospel Prime

Com apoio do Brasil, ONU aprova 10 resoluções contra Israel


arquitetura_moma_foursquare_scavenger_hunt_03Diferentes comitês que funcionam dentro da estrutura das Nações Unidas aprovaram este mês 10 resoluções contra Israel, informa o jornal Times of Israel. Em pelo menos dois documentos voltou-se a ignorar os laços judaicos com o Monte do Templo, usando apenas seu nome muçulmano para se referir ao local sagrado.

A utilização de “Al Haram Al Sharif” [Nobre Santuário] em documentos da ONU apenas ecoa as duas resoluções aprovadas no mês passado pela UNESCO, comprovando que essa será a norma daqui por diante.

As resoluções analisadas e votadas pelos comitês seguem para que os 193 estados-membros aprovem no próximo plenário da Assembleia Geral, em dezembro. Segundo a UN Watch, grupo que acompanha de perto os trabalhos da organização mundial, os votos raramente mudam entre a comissão e as votações finais.

“Uma das dez resoluções foi aprovada por um comitê especial designado para investigar ‘práticas israelenses’. Foram 86 votos a favor, 71 abstenções e 7 contrários”, afirmou a UN Watch em comunicado.

O Brasil votou em desfavor de Israel em todos os comitês que participa. Os Estados Unidos e o Canadá foram os únicos países influentes que não ficaram contra os israelenses em nenhuma das votações.

Ataque desproporcional contra Israel

Hillel Neuer, diretor-executivo da UN Watch foi enfático, lembrando que ao longo deste ano já foram 20 resoluções em desfavor de Israel e apenas 4 contra todos os demais países do mundo. Nações como Arábia Saudita e China, conhecidas por suas constantes violações aos diretos Humanos, sequer são mencionadas.

“O ataque desproporcional da ONU contra o Estado judeu prejudica a credibilidade institucional daquela que deveria ser uma entidade imparcial. A politização e a seletividade prejudicam o fundamento de sua missão, corroendo a promessa da Carta das Nações Unidas de tratar igualmente todas as nações, tanto grandes quanto pequenas”, sublinhou Neuer.

Entre as resoluções votadas nesta terça-feira (8) estão: “As práticas israelenses que afetam os direitos humanos do povo palestino no Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental”; “O Golã sírio ocupado” e “Pessoas deslocadas como resultado de junho de 1967 e hostilidades subsequentes”.

Ao invés do nome de Israel – país membro da ONU – foi usado várias vezes as expressões “Poder Ocupante” ou “Território Palestino Ocupado”, sendo que a Palestina não é membro, uma vez que não é reconhecida como nação independente. Também não existe nenhuma menção em qualquer documento aos ataques terroristas contra israelenses ao longo deste ano que fizeram várias vítimas.

Líderes religiosos – cristãos e judeus – brasileiros lançaram um abaixo-assinado pedindo que o governo do Brasil mude seu posicionamento. O documento, chamado “Posição dos cristãos brasileiros com relação à Israel, lugares sagrados e o povo judeu”, pode ser acessado no site Change.org.

votacao-na-onu-1

Fonte: Gospel Prime

102 igrejas foram destruídas por muçulmanos na Nigéria


A região central da Nigéria é palco de ataques cada vez mais constantes contra os cristãos por parte dos muçulmanos. Um relatório recente dá conta que com a ascensão do grupo extremista Boko Haram, nos últimos três anos 826 cristãos foram mortos e 878 ficaram feridos após ataque. Além disso, 102 igrejas foram destruídas ou vandalizadas. Some-se a essa conta 787 casas foram destruídas, 9 lojas e 32 carros e motocicletas.

O Estado de Nasarawa é a região mais atingida, com cerca de 21.000 cristãos decidindo abandonar suas casas para fugir da perseguição. Devido a difícil situação, as instituições que fazem os levantamentos acreditam que os números da perseguição são muito maiores, contudo registram apenas o que é reconhecido pelo governo. Estima-se que na realidade o número de mortos seja mais que o dobro.

Outro fator que impede um diagnóstico mais claro da situação é o crescimento dos ataques realizados pelos pastores de gado da etnia Fulani, historicamente de maioria muçulmana. Seminômades, eles transitam pelo país e seus alvos preferenciais são os agricultores cristãos. Após matar, os pastores saqueiam as propriedades.

O relatório publicado este mês pela Rede de Análises de Conflitos e Segurança da Nigéria (NSCAN), comprova que há negligência do governo em resolver as questões de intolerância religiosa no país. Na maioria dos casos, o elemento religioso do conflito foi completamente minimizado ou excluído, tentando alegar que se tratam de conflitos meramente étnicos, uma constante em solo africano.

A incidência maior de conflitos na região central da Nigéria se explica por uma questão histórica. Na região norte a maioria da população é de muçulmanos, enquanto o sul é majoritariamente cristão. Já ocorreram tentativas de separar o país em dois por causa da questão religiosa. A Nigéria é o país mais populoso do continente africano, com cerca de 175 milhões de habitantes. Oficialmente, 50,8% dos nigerianos seguem a fé cristã.

A consolidação do poder dos extremistas do Boko Haram no norte culminou com sua tentativa de constituir um califado nigeriano, após terem se aliado ao Estado Islâmico que tenta fazer o mesmo no Oriente Médio. Desde então as forças do governo simplesmente entregaram o controle da área para os islâmicos, em especial depois que o muçulmano Muhammadu Buhari assumiu a presidência em 2015.

Contudo, o NSCAN revela que os cristãos têm sido o alvo específico. Evidências sugerem que há um plano estratégico para atacar e perseguir grupos étnicos que são predominantemente cristãos. O relatório é o terceiro de uma série publicada pela World Watch Research. Com informações Christian Headlines

Fonte: Gospel Prime